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Depois de percorrer seis cidades na Ilha de Marajó e adjacências, a caravana fluvial Mambembarca começou, neste sábado, 10, a terceira e última etapa da viagem que leva teatro ao interior do Pará. Até segunda-feira, 12, três espetáculos serão apresentados na Escola de Ensino Técnico do Estado do Pará (EETEPA), unidade de Santarém, fechada ao público interno da instituição, sempre às 19h00. No mesmo período, acontecem duas oficinas de teatro para artistas da cena local.

Na terça-feira, 13, a trupe de artistas, que inclui integrantes do grupo paraense USINA e do Núcleo Macabéa (SP), aporta na cidade de Monte Alegre, onde a mostra de espetáculos acontece no período de 14 a 16, no Salão Paroquial, sempre às 20h, com entrada gratuita. Lá, também serão ministradas mais duas oficinas para atores e atrizes.

Em seguida, no sábado, 17, a caravana retorna a Santarém, desta vez para realizar a mostra oficial aberta ao público em geral. Será de 18 a 21, na Casa da Cultura, também às 20h, com entrada gratuita. Haverá, ainda, a oferta de outras três oficinas. A mostra aos mocorongos terá mini-temporada, dias 18 e 19, da peça Dezuó - Breviário das águas, do coletivo paulista convidado, com atuação do belenense Edgar Castro e dramaturgia do filho de Itaituba Rudnei Borges, ambos residentes em São Paulo. A direção é de Patricia Gifford. Depois seguem as apresentações de Parésqui, no dia 20, com Nani Tavares e Valéria Andrade, e Solo de Marajó, no dia 21, com Claudio Barros - ambos do grupo Usina, idealizador da ação, e Alberto Silva Neto assinando as encenações.

Após as apresentações em espaços fechados, é proposto ao público presente participar de uma conversa com os artistas da trupe sobre questões relacionadas às poéticas apresentadas, todas ligadas a temas amazônidas.

Completando a programação, tanto em Monte Alegre quanto Santarém, acontecem sessões do espetáculo-cerimônia Pachiculimba, criação mais recente do USINA, com atuações de Claudio Barros e Cláudio Melo, além de encenação de Alberto Silva Neto, sempre a céu aberto e ao entardecer em locais a serem definidos in loco, para um público de 30 participantes convidados.

De Santarém, a caravana fluvial segue, ainda, para Óbidos, dias 23 e 24, e Alenquer, dias 25 e 26, onde encerra uma maratona de 55 dias e que terá percorrido 11 cidades ribeirinhas do Pará.

Mambembarca - O teatro vai de proa pelos rios do Pará é um projeto idealizado e coordenado pelo grupo USINA, com financiamento do Programa Rumos Itaú Cultural e apoio de Fundação Cultural do Pará, Centro de Danças Ana Unger e Sol Informática.

 

 

 

 

 

Depois das sessões únicas de Parésqui e Solo de Marajó no final de semana, outros dois espetáculos encerram, nesta segunda-feira, 29, a mostra Mambembarca em Cachoeira do Arari, quinta cidade a receber a caravana fluvial que leva teatro ao povo ribeirinho no Pará, numa realização do grupo USINA com financiamento do Programa Rumos Itáu Cultural Edição 2017/2018.

 

O espetáculo-cerimônia Pachiculimba, que completa a trilogia amazônida do grupo paraense, acontece ao entardecer, no bosque do Museu do Marajó, para 30 participantes pré-inscritos; Dezuó - Breviário da águas, do Núcleo Marcabéa (SP), coletivo que viaja como convidado, começa às 20h, no pátio da Escola Adaltino Paraense, com entrada gratuita.

 

Além de assistir com interesse às apresentações, o público cachoeirense participou de forma intensa das conversas propostas pela trupe Mambembarca ao final de cada espetáculo. Foram marcantes os depoimentos sobre diferentes aspectos da vida dos amazônidas presentes nas poéticas cênicas, como os modos de falar característicos da cultura cabocla, em Parésqui, ou problemas sociais endêmicos na geografia marajoara expostos em Solo de Marajó - sobretudo por se tratar de uma adaptação da obra do escritor marajoara Dalcídio Jurandir, que passou a infância naquela cidade.

 

A programação também incluiu a realização de oficinas conduzidas por Claudio Barros e Valéria Andrade para artistas locais, quando foram compartilhados, respectivamente, o procedimento operativo chamado Dramaturgia Pessoal do Ator e a técnica corporal e vocal Mímesis Corpórea, codificada pelo grupo LUME (Campinas-SP), ambos utilizados pelo USINA em seus processos criativos.

 

Depois de Cachoeira, a caravana Mambembarca segue para a cidade natal de Dalcídio, Ponta de Pedras. Lá, a mostra acontece de quarta a sexta, sempre oito da noite, na Escola Ester Mouta, com entrada gratuita. E ainda haverá oficinas de Claudio Barros e Nani Tavares.

 

Logo em seguida, de 4 a 6, Muaná será palco do encerramento da segunda etapa da viagem, que recomeça no dia 10, na região do Tapajós.

 

O projeto Mambembarca - O teatro vai de proa pelos rios do Pará tem ainda apoio da Fundação Cultural do Pará, Centro de Danças Ana Unger e Sol Informática.

 

As fotos de Alberto Silva Neto são das atividades em Cachoeira do Arari.

 

 

 

 

 

 

 

 

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A partir deste sábado, 27, a marajoara Cachoeira do Arari será a quinta cidade a receber a caravana fluvial Mambembarca, que leva teatro a onze municípios riberinhos do Pará e já passou por Belém, Gurupá, Breves e Curralinho.

 

A mostra em Cachoeira inicia no sábado com o espetáculo Parésqui, prossegue no domingo com Solo de Marajó, ambos do grupo paraense USINA, e encerra na segunda-feira com Dezuó - Breviário das águas, do Núcleo Macabéa (SP). As apresentações acontecem na escola Adaltino Paraense, sempre oito da noite, com entrada gratuita. O espetáculo-cerimônia Pachiculimba, a mais recente criação do USINA, será apresentado ao entardecer da segunda-feira, no quintal do Museu do Marajó, para uma plateia de apenas 30 espectadores previamente selecionados.

 

Paralelamente à mostra, artistas da cena local poderão participar, sempre pela manhã, das oficinas Dramaturgia Pessoal do Ator, com Claudio Barros, e Mímesis Corpórea, com Valéria Andrade.

 

Depois de Cachoeira, a caravana segue para Ponta de Pedras (de 31 a 2 de agosto) e Muaná (4 a 6 de agosto), quando encerra a segunda etapa, na Ilha de Marajó.

 

A terceira e última etapa acontece de 10 a 27 de agosto, na região do Tapajós, incluindo as cidades de Monte Alegre, Óbidos, Alenquer e Santarém, onde a caravana termina.

 

O projeto Mambembarca - O teatro vai de proa pelos rios do Pará é uma realização do grupo USINA, com financiamento do Programa Rumos Itaú Cultural Edição 2017/2018 e apoio local da Fundação Cultural do Pará, Centro de Danças Ana Unger e Sol Informática.