Muitas pessoas negligenciam a questão financeira na família e no casamento. Veja abaixo um pequeno exemplo do que a má gestão do dinheiro causou na família de Allen e Jean Hitchcock:

"Jean e eu pensamos em nos divorciar, mas decidimos tentar trabalhar em nosso casamento", falou Allen ao telefone com uma voz que parecia tensa. Os problemas financeiros deles estavam à beira de destruir seu casamento. Perguntou se podíamos nos encontrar para conversarmos sobre a situação. Tínhamos nos conhecido há dois anos na igreja, quando haviam se mudado de St Louis para Orlando. Allen recebia um salário médio como assistente de gerente numa loja de departamentos, mas não conseguia entender onde é que seu dinheiro ia parar. Suas despesas cresciam já que a família também crescia e, dentro de poucos anos, os filhos precisariam de fundos para a faculdade. Nem ele nem Jean tinham expectativas de um futuro melhor. Mais ainda, a família Hitchcock tinha uma dívida substancial com médicos, lojas, cartões de crédito e banco, além do financiamento da casa que era de um valor alto. Devido a dívidas e as despesas diárias que cresciam cada vez mais, a família tomava cuidado nas compras e, às vezes, passava por até seis lojas de fábrica comparando preços para uma determinada compra. Nos supermercados, usavam os cupons que davam descontos de centavos; Allen fazia a maior parte dos consertos do carro e Jean evitava comprar alimentos semiprontos que custavam mais caro. Mas, mesmo assim, a família estava enfrentando uma crise. Nenhum dos dois tinha uma orientação clara para lidar com dinheiro e nunca haviam sido capazes de calcular seus gastos. Raramente decidiam deixar de comprar algo que desejassem e não tinham planos de economia ou investimento para o futuro. (Extraído do livro “O Seu Dinheiro” de Howard Dayton)

O Curso Crown fornece princípios bíblicos práticos para lidar com o dinheiro de uma forma que glorifique a Deus, abençoe sua família e permita ajudar outros.


Informações e Inscrições no hall de entrada da IBBN, neste domingo, após o culto das 18h.


Pr Josias Otniel Siqueira - Pastor de Adultos da IBBN 65-98152-2373

Por Pr. Carlos Ribeiro

A Bíblia ensina que a igreja é o corpo de Cristo. Efésios 1.23, diz: “A Igreja é o corpo de Cristo; ela completa Cristo, o qual completa todas as coisas em todos os lugares”. Cada pessoa que aceita a Jesus como seu Salvador e Senhor de sua vida torna-se membro deste corpo, que é a igreja: “Ora, vocês são o corpo de Cristo, e cada um de vocês, individualmente, é membro desse corpo” (1 Coríntios 12:27). Cada membro tem uma função. “Assim como cada um de nós tem um corpo com muitos membros e esses membros não exercem todos a mesma função” (Romanos 12:4). O apóstolo Paulo está dizendo que cada membro da Igreja tem uma função. Efésios 4.11-16 ensina que o objetivo é que cada um, com sua função, ajude o outro e, assim, o corpo é edificado. Aqui tem-se um dos benefícios de participar da igreja: você é ajudado por alguém, principalmente na questão da fé e, também, você pode ajudar alguém.


Quando a igreja se reúne para adorar e louvar a Deus, ou seja, cultuá-lo e quando cada um vem para o culto com esse objetivo, cria-se um ambiente espiritual em que se pode sentir a presença de Deus. Jesus disse: “... os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade. São estes os adoradores que o Pai procura” (João 4:23). Esse ambiente espiritual no culto alimenta a fé e a comunhão com Deus. Esse é outro benefício de se participar da igreja.


Pode-se, também, trazer um argumento sociológico para fundamentar a tese do benefício de participar de uma igreja: o sentimento de pertencimento.  Abraham Maslow, psicólogo americano, define cinco categorias de necessidades humanas: fisiológicas, segurança, social, estima e as de autorrealização. O nível social é a necessidade da pessoa de ser aceito e pertencer a um grupo social. Neste quesito a igreja proporciona esse benefício, uma vez que a pessoa é aceita e passa a pertencer a esta comunidade que é chamada de Corpo de Cristo. E não é apenas uma organização humana, é a igreja de Jesus Cristo, pois Ele a chama de “minha igreja” (Mateus 16.18).


Mas, também, é uma organização com uma missão: a de levar a mensagem de Jesus Cristo a outras pessoas. Em suas últimas palavras, Jesus passou esta missão para a igreja ali reunida e representativa a todas as demais: “Portanto, vão a todos os povos do mundo e façam com que sejam meus seguidores, batizando esses seguidores em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo e ensinando-os a obedecer a tudo o que tenho ordenado a vocês. E lembrem disto: eu estou com vocês todos os dias, até o fim dos tempos” (Mateus 28:19-20). Veja que privilégio, fazer parte de uma igreja que recebeu esta missão de Jesus e ter o benefício de ter esta promessa dele: “eu estou com vocês todos os dias, até o fim dos tempos”.


A IBBN resumiu tudo isto em sua declaração de missão:

“Existimos para fazer discípulos, adorando a Deus, servindo e cuidando de pessoas”.

Por Pr. Carlos Henrique

Nos dias atuais, existem muitos estímulos para um membro não frequentar os cultos da sua igreja. O cardápio de cultos disponíveis na internet, a grande quantidade de igrejas na cidade oferecendo cultos para os mais variados gostos e, sem contar a concorrência com shopping centers e as opções de lazer nos horários dos cultos. Mas, se analisarmos pela ótica bíblica, chega-se à conclusão de que a não participação regular de um membro nos cultos de sua igreja é por não ter o conhecimento bíblico do que é uma igreja e, consequentemente, do que é ser membro da igreja.


A palavra “igreja”, usada no Novo Testamento, já traz em si o significado “assembleia”, ou seja, um grupo de pessoas que se reúnem. A igreja é a reunião de pessoas chamadas para alguma coisa. Os gregos convocavam os cidadãos para saírem de suas casas e se reunirem na praça para tomar decisões e, a isso, chamavam de eklesia, assembleia. Sendo assim, a igreja cristã é o conjunto de discípulos de Jesus que foram chamados para se reunirem, com a finalidade de adorar a Deus, estudar a Bíblia e fazer novos discípulos.


Os discípulos de Jesus formam a igreja. “Disse Jesus aos judeus que haviam crido nele: 'Se vocês permanecerem firmes na minha palavra, verdadeiramente serão meus discípulos'”. (João 8.31). Discípulos de Jesus, portanto, são aqueles que aceitam “as palavras de Jesus”, seus ensinos. Ele ensinou que veio buscar e salvar o que se havia perdido (Lucas 19.10). Os primeiros cristãos foram aqueles que aceitaram isto. “Os que aceitaram a mensagem foram batizados, e naquele dia houve um acréscimo de cerca de três mil pessoas” (Atos 2.41). Aceitaram a mensagem do evangelho (a salvação em Jesus Cristo), foram batizados e acrescidos à igreja. Um cristão é acrescido, inserido à uma igreja.


A igreja é chamada no Novo Testamento, também, por substantivos coletivos: corpo de Cristo, rebanho de Jesus, família de Deus. Portanto, igreja é uma coletividade. Denominamos os participantes de “membros da igreja”, em decorrência da ideia de que o cristão forma o “corpo de Cristo”. Sendo assim, ser membro da igreja é estar ligado ao corpo local de Cristo, que é uma igreja. Um membro não subsiste fora do corpo. Os membros têm uma inter-relação com outros membros. Biblicamente falando, não existe um membro da igreja de Cristo fora da igreja.


Como membro do corpo de Cristo, cada cristão tem uma função que está diretamente ligada às habilidades espirituais dadas pelo Espírito Santo. O objetivo destas habilidades é que cada membro ajude o outro e, juntos, possam fazer novos discípulos de Jesus. Isso não é uma ação solitária, mas coletiva. Podemos dizer que evangelização não é uma ação individual, mas uma atividade em conjunto dos membros do corpo de Cristo, pois culmina na inserção do novo discípulo neste corpo, que é a igreja.


Temos, assim, a percepção da importância do membro em participar dos cultos da sua igreja, do corpo local onde foi inserido. Esta participação envolve se reunir como assembleia, mas, também, cumprir sua função utilizando as habilidades dadas pelo Espírito Santo para que possa edificar o corpo e, consequentemente, ser edificado. “Pensemos uns nos outros a fim de ajudarmos todos a terem mais amor e a fazerem o bem. Não abandonemos, como alguns estão fazendo, o costume de assistir às nossas reuniões. Pelo contrário, animemos uns aos outros e ainda mais agora que vocês veem que o dia está chegando” (Hebreus 10:24-25).

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