Cirurgia plástica na adolescência: 2 mitos e 2 verdades

 

 

 

Cirurgia plástica na adolescência é um tema muito polêmico, que gera insegurança e questionamentos, principalmente dos pais. Pensando nisso, nós separamos os 2 principais mitos e verdades sobre o assunto para você se tranquilizar, neste artigo!

 

A realização de procedimentos em jovens é muito mais comum do que se imagina, principalmente entre os brasileiros. Pela primeira vez o Brasil ultrapassa os EUA e lidera o ranking de cirurgias plásticas entre adolescentes, com cerca de 90 mil jovens, segundo dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.  

 

Isso acontece porque é nessa fase que eles deixam de ser crianças e passam a formar uma nova identidade. Esse processo nem sempre é fácil, e é comum que os adolescentes criem inseguranças em relação a si mesmos e aos seus corpos – principalmente por influência da mídia. 

 

Eles querem atender aos padrões de beleza impostos por toda parte, internet, televisão, revistas, colegas, filmes... Quando não é possível atender a esses padrões, muitos acabam sofrendo bullying por terem alguma característica diferente.

 

É claro que há muito o que analisar antes de tomar a decisão de fazer um procedimento cirúrgico nessa fase, principalmente entender se essa é uma vontade real do próprio jovem!

 

Mas vale lembras que cirurgias não são vilãs, principalmente quando são feitas para reparar algo que o faz alvo de bullying, o que pode trazer consequências psicológicas e graves para a vida como um todo.

Veja abaixo alguns mitos e verdades sobre cirurgia plástica na adolescência:

É proibido realizar cirurgia plástica antes dos 16 anos.

Mito. Algumas cirurgias podem ser feitas antes, como a correção de fenda palatina, também chamada de lábio leporino, que costuma ser feita já no primeiro ano de vida, pois interfere na capacidade de sucção da criança. Outro exemplo é a otoplastia, que corrige as chamadas orelhas em abano e pode ser realizada a partir dos sete anos de idade.

 

Os adolescentes precisam da autorização dos pais para fazer uma cirurgia plástica.

Verdade. Os menores de 18 anos são considerados dependentes legais dos pais (ou outro adulto responsável), portanto é necessária uma autorização formal para fazer a cirurgia.

 

A cirurgia plástica pode atrapalhar o desenvolvimento do corpo.

Verdade, porém, é relativo. Não é indicado realizar uma cirurgia plástica em uma parte do corpo que ainda esteja em crescimento. Isso dificilmente interferiria no desenvolvimento do corpo do adolescente, mas o resultado da cirurgia poderia ser modificado depois, com o crescimento natural do paciente.

 

É mais arriscado fazer cirurgia plástica na adolescência.

Mito. Pelo contrário, os adolescentes estão entre os grupos que oferecem menor risco para uma cirurgia, pois dificilmente têm problemas de saúde que poderiam trazer complicações. Entretanto, são, sim, necessários alguns cuidados especiais. Entre eles estão:

 

  • as expectativas, que não devem ser irreais, como tornar-se parecida com uma artista, por exemplo. 

  • a motivação, que não deve ser imediatista, como agradar o(a) namorado(a) ou amigos, por exemplo.

  • cautela no período pós-operatório, pois é comum que os adolescentes, na ânsia por voltar às atividades, queiram jogar bola ou sair para dançar porque estão se sentindo bem, apesar de o médico ter recomendado repouso.

Agora que você já sabe quais são os principais mitos e verdades sobre a cirurgia plástica na adolescência, pode ter mais subsídios para conversar com o seu filho caso ele esteja considerando essa hipótese.

 

Um passo fundamental nesse processo de decisão é procurar um médico especialista para discutir os prós e contras, os pontos específicos da saúde do seu filho, além de todas as questões físicas e psicológicas envolvidas no procedimento.

 

O mais importante é que o adolescente esteja seguro da decisão e queira fazer a cirurgia por vontade própria, e não para atender a expectativas de outras pessoas.

 

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